Segundo um entregador que não quis ser identificado, o protesto buscou reivindicar reajustes na taxa de entrega e na taxa de espera. Os trabalhadores pediram um aumento de R$ 2 na taxa de entrega e que o valor da taxa de espera por minuto suba de R$ 0,10 para R$ 0,50.
O g1 procurou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros para obter outras informações sobre o protesto, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Resposta
Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne as principais empresas de entrega por aplicativo no país, disse que:
respeita o direito de manifestação;
suas empresas associadas mantêm canais de diálogo com os entregadores;
a renda média dos entregadores cresceu 5% acima da inflação entre 2023 e 2024, chegando a R$ 31,33 por hora trabalhada, segundo levantamento do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap);
apoia "a regulação do trabalho intermediado por plataformas digitais, visando à garantia de proteção social dos trabalhadores e segurança jurídica das atividades".